Hallo: drei Deutschen, die hierher kamen, also, wenn Google nicht lügt. Hallo.
Um alô: aos três alemães que passaram aqui, isso, se o Google não estiver mentindo. Alô.
eap
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
fine art photography I
não entendo...
não entendo a sua fixação numa religião, nem digo que se esqueça tudo, que seja ateu, niilista, cético, ou budista, mas o amor repentino pela religião, pelo deus, pelas coisas do mundo, a oração pungida de emoção e erros de concordância antes do café da manhã e todas as outras coisas que somadas não me fazem te reconhecer nem um pouco, já que se antes tu não me eras coisa nenhuma em que se espelhar, agora te distanciaste de tal forma de minha vista, que mal lembro seu nome em meio daqueles por quem um dia nutri algum sentimento de amor - e eu juro que um dia te amei, não como o que és, em meio aos rótulos familiares, mas como se gosta de todos e tudo, entretanto, tua boca torta, preconceito e opinião agora defendidas só nos distanciam cada vez mais, me dá vontade de me enfurnar num terreiro de macumba só pra suscitar tua repulsa, esse teu coração tão cheio de espírito, e tantas outras coisas que te levaram à loucura - que aquele riso da madrugada não pode ser outra coisa, senão tua mente doente, de tanto enfurnar a cabeça no imaterial, no metafísico, o inexistente. sinto realmente por teu cérebro. um dia foste aquele por quem as pessoas tinham respeito e admiração, além de saber que assumia, mesmo à contragosto depois, seus pecados, que é o pecado?, mundanos. hoje, virou mais uma hipocrisia, voltando os olhos para si - por que fazer o bem, é digno, claro, mas, por conta própria, não no súbito interesse de pagar o loteamento do paraíso. enfim, tua música atrapalha meu pensamento, não vou mais escrever.
...lendo um artigo da revista veja...
meu deus! ó grandiosa força de expressão! sabe o que mais me irrita nesse mundo? é ter esta noção do que subjaz em relação a tudo. parece que nada do que dizemos é o que realmente é, freud, grande homem que foi, que me perdoe, mas desde que tu chegaste com estas ideias de subconsciente e inconsciente e ego e superego e id e édipo, nunca mais pude deixar de olhar torto para uma matéria da veja, aquela revistinha mequetrefe, que, rasgadamente expõe uma opinião elitista descarada - o outro lado eu defendo, entretanto sem tirar os méritos do outro, o que faria de mim, em tempos de guerra fria, uma polônia da vida, naquelas copas de árvores de katyn, quando de um lado os poloneses eram atacados pelos alemães de hitler, e por outro pelos cossacos russos do stalin, na verdade, nem sei se os soldados russos podem ser chamados de russos, mas enfim, o que interessa é que nada do que dizemos está assim tão óbvio, meu amor tem razão, dou-lhe toda agora, [risos], entretanto, ter uma opinião, se é que se pode dizer, aliás, não, ter uma ideologia cazuziana, de morrer por defender, é tão importante assim, eu deveria encontrar uma arma, atirar na minha cabeça e cuidar de dormir o sono dos justos, que eu não concordo com nada, porque, na minha opinião, a única que tenho, e que se foda o resto, é que o homem é um serzinho que não merece que pensemos por ele, pelo seu melhor, grandes animais cretinos, os próximos, as aves, quem sabe, não administrarão melhor este planeta e suas vidas e a vida de seus entes - profetizo.
eap
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